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Alimentação indígena – Deixe a sua opinião!

“Alimentação Indígena”

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“Alimentação e Saúde”

Origem da Mandioca

Segundo o autor Gilberto Freyre em sua obra “Casa-Grande e Senzala”, as raízes da mandioca eram largamente utilizadas pelas cunhãs (índias) na preparação de massas e farinha, o que ele caracterizava como “complexo da mandioca”.
Devido à ausência de trigo na terra recém-colonizada, os colonizadores portugueses substituíram o cereal, que era marca de sua dieta, pelas preparações à base de mandioca.
O tubérculo era extraído do solo, lavado, descascado, ralado e espremido no tipiti, um tipo de coador feito de palma.
A partir da mandioca é possível obter as seguintes preparações gastronômicas: farinha fina, minguau, beiju (tapioca), bolos, tarubá (bebida), entre outros.

Fonte: FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. Ed. Global. 49ª ed. São Paulo: 2004.

Para ver a receita de uma queijadinha à base de mandioca, clique em:

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O senso de elegância- por Enzo Augusto Pinto (8º ano Amarelo)

by: Gabriela Fernandes Calixto - 8º ano Dourado

Depois de exaustivas pesquisas em textos antigos e modernos, em pinturas e revistas, qualquer um pode afirmar que, apesar de quase não percebemos, tudo muda. Inclusive o senso de beleza e elegância.
Vamos voltar alguns séculos atrás, lá na Idade Média, quando as diferenças sociais eram mais óbvias no prato e na balança!
Apenas olhando, dava para saber se alguém era financeiramente privilegiado. E como? A resposta é simples: a pessoa seria obesa! Os outros, de classe mais baixa, eram magros. Não esbeltos! Eram criaturas esqueléticas, e na maioria, subnutridos.
Isso não é grande surpresa, afinal, muitas pessoas pobres são magras. A bomba é outra! O excesso de peso era sinal de riqueza, beleza e elegância.
Pode até parecer estranho, mas, na verdade, faz sentido. Se o sujeito fosse rico, poderia comer fartamente, o que significa que iria engordar. E se o sujeito fosse pobre, bem, não tinha o que comer, portanto, sua magreza era sinal de miséria.

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A Alimentação no Antigo Regime

by: Natiéle Oliveira Machado- 8º ano Dourado

A alimentação está diretamente relacionada com a condição sócio-econômica das classes sociais. Portanto, fica fácil identificar a condição social de um indivíduo ao analisar o seu prato.
Durante a Idade Moderna (XV ao XVIII), imperou o chamado “Antigo Regime”, regime em que os reis tinham um poder absoluto, sendo apoiados pelo clero e nobreza, todos estes sustentados pelo povo, que trabalhava muito para pagar seus impostos. O Antigo Regime acabou afetando a dieta alimentar de todas as classes sociais.
A alimentação dos reis, clero e nobreza era regada de muita carne, principalmente de aves nobres, como o peru e o faisão. Esta carne era marinada (temperada com ervas finas e vinho) e assada durante horas.  Além da carne, consumia-se muito pão, de boa qualidade, feito com o melhor trigo, claro e bem macio. Doces eram sempre servidos, principalmente tortas e pudins. Frutas da estação completavam a ceia, regada de vinho de boa qualidade.

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Origem do risoto

 Se você ainda não sabe, risotto significa “pequeno arroz”. Surgiu na Itália no século 11, quando os muçulmanos, que dominaram parte da região, levaram o arroz do Oriente.
Conta a tradição que no século 16, Valerio de Fianders, famoso mestre vidreiro, casou-se sua filha, e o prato principal do banquete foi um risotto. Um de seus alunos, que adorava açafrão, subornou o cozinheiro para que este acrescentasse a iguaria ao prato, surgindo o “risotto alla milanese”, que foi apreciado por todos os convidados!

Conheça o “Risoto de Rúcula com tomate cereja seco“!

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História do macarrão

Muita gente pensa que o macarrão é de origem italiana! Mas não é! Esta deliciosa massa foi desenvolvida na China há mais de 3mil anos.
A base do macarrão chinês, diferentemente da base de farinha de trigo hoje utilizada na maioria das massas, era de algas marinhas, e seu aspecto era de fios bem fininhos. O prato chegou à Península Itálica no século 13 graças ao viajante italiano Marco Pólo, que em uma de suas viagens exploratórias, foi até a China e conheceu o macarrão, levando-o para a Itália, onde se tornou um sucesso total! Hoje, o macarrão é produzido em diversos formatos e tamanhos, e vários ingredientes são utilizados na sua produção, inclusive substituindo parcial ou totalmente a farinha de trigo na massa.

Para conhecer a receita de um saboroso taglierini preto à putanesca, clique aqui!

Veja também o vídeo de preparação da receita!
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Origem da batata

Você sabia que a batata salvou os europeus da miséria? Pois é, a batata que é originária da Cordilheira dos Andes, na América do Sul, era cultivada pelos povos Incas há mais de 8 mil anos. Quando os espanhois descobriram o novo continente (XVI) e passaram a explorá-lo, conheceram o tubérculo e passaram a utilizá-lo como alimento.
A batata foi levada para Europa ainda século 16 pelos espanhois, justamente num momento em que os europeus enfrentavam uma grave escassez de alimentos: a produção agrícola não acompanhou o crescimento populacional. A batata foi incorporada à dieta europeia, o que solucionou o problema da fome no continente e ainda possibilitou um aumento ainda maior da população nos séculos XVII e XVIII.

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História do feijão tropeiro e a mineração no Brasil (XVII)

Pode até parecer estranho, mas existe uma relação bem estreita entre o Feijão Tropeiro e a Mineração no Brasil- Colônia.
Com a descoberta do ouro nas terras que hoje correspondem ao estado de Minas Gerais (XVII), a metrópole portuguesa incentivou a migração de exploradores para a região. Desta forma, Minas Gerais recebeu um número muito grande de pessoas “famintas” por metais preciosos.
Para não concorrer com a economia aurífera, Portugal proibiu qualquer tipo de prática econômica, inclusive de alimentos. Criou-se um problema: como abastecer as regiões das minas de alimentos sem incentivar uma economia paralela à mineração? É aí que entra o Feijão Tropeiro em nossa história!
Os alimentos que eram produzidos nas regiões que hoje correspondem ao sul do país, bem como na Província de São Paulo, passaram a ser transportados até Minas Gerais para abastecer a população mineira. O transporte destes alimentos era feito por tropeiros montados em mulas e burros.
As viagens eram longas e cansativas. Os tropeiros precisavam se alimentar de forma prática e rápida. E assim, surgiu o Feijão Tropeiro. Os tropeiros colocavam em caldeirões os alimentos, como o feijão, a carne seca, carne de porco, farinha e verduras, como a couve, que eram todos cozidos.
Com o passar do tempo, o prato chegou até as minas, tornando-se um prato típico mineiro.
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Veja esta saborosa receita de “Feijão Tropeiro“!

Veja também o vídeo da preparação!

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