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O gastrônomo – A gastronomia – o que significam?

Muitas vezes questionamos a diferença entre a gastronomia e a culinária. Não bastando, questionamos também a diferença entre o gastrônomo e o cozinheiro, sendo muito comum pensarmos que o gastrônomo é um indivíduo dotado de muitos conhecimentos gastronômicos e, assim sendo, muito mais importante que o cozinheiro. Não é correto diferenciar desta maneira, já que ambos têm a sua importância no universo gastronômico: um cozinheiro reproduz uma receita que o gastrônomo desenvolveu com base em seu vasto conhecimento teórico e conhecimento técnico. Entretanto, fica a questão: como desenvolver uma receita com base em um vasto conhecimento teórico e técnico sem partir para prática? Isso parece impossível! Deste modo, o gastrônomo também precisa cozinhar para obter conhecimento, portanto, o gastrônomo vai precisar de experiência, e para obter experiência, o gastrônomo também deve reproduzir receitas já desenvolvidas por alguém, sendo estas mesmas reproduzidas diversas vezes pelos cozinheiros. São os cozinheiros quem fazem a disseminação das preparações pelo mundo, é na reprodução dos pratos que atingimos o universo gastronômico com a vastidão de possibilidades que encontramos. Não adianta haver o gastrônomo para desenvolver as preparações com suas combinações e harmonizando os pratos a uma série de condições se não houver o cozinheiro que irá reproduzi-lo à multidão! Cada um possui suas particularidades e importância.

 Segundo o dicionário Aurélio, o significado de gastrônomo é “amante das boas iguarias”; já o dicionário Houaiss, o significado de gastrônomo é “aquele que aprecia com gosto e conhecimento os prazeres culinários. Segundo o dicionário Aurélio, gastronomia é o “conhecimento teórico e prático acerca de tudo que se refere à arte culinária, às refeições apuradas, aos prazeres da mesa”, arte de cozinhar de modo que se dê o maior prazer a quem come. Já o dicionário Houaiss, gastronomia é a prática e conhecimentos relacionados com a arte culinária, o prazer de apreciar pratos finos. Enquanto que, ao pesquisar a palavra culinária, está mencionando apenas que é “a arte de cozinhar”. Não podendo também ignorar outra palavrinha muito importante neste contexto, a gastrologia, que no dicionário Houaiss, significa a ciência ou a arte da boa cozinha, conjunto de conhecimentos relativos a essa ciência ou arte.

Nos diversos dicionários, o significado da palavra gastronomia, se torna bastante previsível, mas analisando a etimologia da palavra gastronomia, o termo “gaster”, em grego quer dizer algo referente ao estômago, enquanto que “nomo”, quer dizer algo referente às leis e o sufixo “ia”, quer dizer algo referente ao estudo. Fazendo uma leitura geral dos termos mencionados, é possível concluir que gastronomia é o estudo das leis do estômago. Somando a etimologia aos diversos significados encontrados nos dicionários, podemos entender que a gastronomia de modo global possui universo imensamente maior que o da culinária, uma vez que a culinária está restrita ao simples ato de cozinhar reproduzindo receitas. Já a gastronomia envolve, além do ato de cozinhar, o conhecimento teórico das preparações, o conhecimento histórico dos pratos e dos ingredientes, o conhecimento cultural, religioso e científico, é importante saber os princípios químicos que ocorrem durante a preparação, questões nutricionais e ainda se preocupar em harmonizar os ingredientes, harmonizar o prato com outros pratos, bebidas e até com o ambiente, além de ter a preocupação estética para apresentar um lindo prato aos consumidores. A gastronomia representa, portanto, o conjunto de todo o estudo da culinária em seus diversos aspectos.

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Origem da pimenta

Estimulante, provocante, quente. Esta é a pimenta! Originária do Continente Americano, a pimenta é muito utilizada nos pratos culinários desta região, tendo maior destaque na culinária mexicana e brasileira. Segundo Gilberto Freyre em “Casa-Grande e Senzala”, a população indígena usava e abusava das pimentas em suas preparações gastronômicas, e este uso é característico de nossa gastronomia nacional até os dias de hoje.

            A pimenta tem as seguintes variações: 

  • Pimenta Bhut Jolokia: considerada pelo Guiness Book a pimenta mais forte do mundo. É altamente recomendável que se use luvas no manuseio desta pimenta.
  •  Pimenta Americana ou Doce: apresenta frutos alongados de cor verde intenso e brilhante. É uma pimenta de baixo aroma e pungência doce, utilizada no preparo de vários pratos da comida brasileira, muitas vezes substituindo o pimentão. 
  •  Pimenta Branca: é a pimenta do reino madura e seca que é descascada. Bem menos picante do que a pimenta preta é encontrada em pó ou em sementes.  É utilizada em maioneses, peixes, molhos brancos, sopas claras e no tempero de saladas. 
  •  Pimenta Cambuci ou Chapéu-de-Frade: apresenta frutos verdes (imaturos) e vermelhos (maduros) na forma de campânula ou sino. De pungência doce e aroma baixo é utilizada em saladas e cozidos. 
  •  Pimenta Cumari: pequeninha, muito picante, ligeiramente amarga e baixo aroma. Nativa da mata brasileira, apresenta frutos arredondados ou ovalados, verde (imaturos) e vermelho (maduros). Encontra-se fresca ou em conserva. 
  •  Pimenta Cumari-do-Pará : apresenta frutos arredondados ou ovalados, verde (imaturos) e amarelo (maduros). De pungência picante alto e aroma forte é utilizada principalmente em conservas. 
  •   Pimenta Dedo-de-Moça : apresenta frutos alongados de coloração verde (imaturo) e vermelho (maduro), pungência picante baixo e aroma baixo. Mais suave que a malagueta e ligeiramente mais picante que a jalapeno, é uma pimenta saborosa que pode ser encontrada líquida, fresca, em conserva ou desidratada na forma de flocos com sementes, recebendo no nome de pimenta calabresa. É muito utilizada em molhos e uma grande variedade de pratos. 
  •   Pimenta Habanero: originária do Caribe e da Costa Norte do México, foi a primeira pimenta a ser cultivada pelos Maias. É utilizada fresca, seca ouem molhos. Tem um sabor muito forte que persiste na boca. As suas cores variam entre amarelo, laranja e vermelho. 
  •  Pimenta Jalapeno: originária do México, apresenta frutos cônicos de coloração verde claro a verde escuro quando imaturos e vermelho quando maduros. É consumida fresca, processada na forma de molho líquido, conservas, desidratada ou em pó. Bastante popular no México e Estados Unidos seu nomo é uma homenagem à cidade de Jalapa, capital de Vera Cruz, no México. É utilizada em vários molhos para tacos, burritos e quando seca e defumada, é conhecida como chipotle.
  •  Pimenta Malagueta : apresenta variedades com pungência de médio a alto e baixo aroma e frutos alongados verde (imaturos) e vermelho (maduros). É muito utilizada em molhos de pimentas, conservas, como condimento no preparo de peixes, carnes, em feijoadas e no acarajé. 
  •   Pimenta-da-Jamaica: semente aromática, nativa das Américas e do Oriente que se encontra em pó ou grãos. É pouco picante e ligeiramente adocicada. De coloração marrom, possui sabor e perfume que evocam a noz-moscada, o cravo e a canela. É utilizada em conservas de legumes, carnes de caça, frutos do mar, alguns patês, doces, tortas e pudins.  
  •   Pimenta-de-Bode: apresenta frutos verdes (imaturos), amarelo ou vermelho (maduros), arredondados ou achatados, tipo pitanga. Sua pungência é alta e seu aroma também. É utilizada como condimento no preparo de carnes, arroz, feijão, pamonha salgada e até em biscoitos de polvilho e quando maduros, principalmente em conservas.
  •  Pimenta-de-Cheiro: apresenta frutos alongado, arredondado, triangular, campanulado e retangular. Seus frutos quando maduros variam desde o amarelo-leitoso, amarelo-forte, alaranjado, salmão, vermelho até preto quando maduros. Existem variedades com pungência doce, picante baixo e até picante alto. Seu aroma é alto, sendo bastante utilizada em saladas, como condimento para carnes, principalmente peixes. Pimenta típica da culinária baiana e nordestina, sua presença é obrigatória em pratos como o xinxim de galinha e os bobós. 
  •  Pimenta-do-Reino: a pimenta do reino é uma das especiarias mais antigas e mais utilizadas no mundo.  Pequena e de formato arredondado, tem um sabor forte e levemente picante. Originária das florestas equatoriais da Ásia, principalmente Índia, apresenta coloração verde (imaturas) e vermelha (maduras).  Seca ou conservada em salmoura, mantém a cor original dependendo do seu estágio de amadurecimento.  Quando fervidas e depois secas, tornam-se negras e por isso são também conhecidas como pimenta preta. 
  •  Pimenta-do-Reino Verde: é a pimenta do reino colhida em seu estagio inicial de desenvolvimento, quando ainda está verde. E utilizada em pratos como o steak de filé mignon com poivre vert (pimenta verde em francês). 
  •  Tabasco: originária do Chile, é encontrada também na Louisiana, onde existe uma grande companhia de pimentas que leva seu nome e a tornou famosa. É uma pimenta saborosa e bastante picante. 

Para ver uma receita mexicana à base de pimenta, clique em:

 Fontes:

FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. Ed. Global. 49ª ed. São Paulo: 2004
http://www.pimentasartesanais.com.br/

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Origem da Mandioca

Segundo o autor Gilberto Freyre em sua obra “Casa-Grande e Senzala”, as raízes da mandioca eram largamente utilizadas pelas cunhãs (índias) na preparação de massas e farinha, o que ele caracterizava como “complexo da mandioca”.
Devido à ausência de trigo na terra recém-colonizada, os colonizadores portugueses substituíram o cereal, que era marca de sua dieta, pelas preparações à base de mandioca.
O tubérculo era extraído do solo, lavado, descascado, ralado e espremido no tipiti, um tipo de coador feito de palma.
A partir da mandioca é possível obter as seguintes preparações gastronômicas: farinha fina, minguau, beiju (tapioca), bolos, tarubá (bebida), entre outros.

Fonte: FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. Ed. Global. 49ª ed. São Paulo: 2004.

Para ver a receita de uma queijadinha à base de mandioca, clique em:

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Grão de Centeio

O centeio é um cereal rústico, cujo cultivo exige frio, produzindo ainda mais massa verde em condição favorável e tolera solos ácidos, cultivado principalmente em climas frios ou secos, em solos arenosos e poucos férteis, especialmente no centro e no norte Europeu. A Polônia, Rússia, Alemanha, Ucrânia e Belarus são os países que mais cultivam centeio no mundo, sendo responsáveis por colocar o centeio em oitavo lugar entre os cereais.  Na Alemanha, por exemplo, dois terços dos pães são produzidos com centeio. 81% da área de cultivo está distribuída entre estes países, sendo que, somente a Polônia e a Rússia representam 56% da área. Predominam cultivares de hábito invernal e a cultura destina-se à alimentação humana e animal, e à adubação verde.

Os imigrantes Alemães e Poloneses foram os responsáveis por introduzir, no século XIX, o cultivo do centeio no Brasil,  que até hoje é feito pelos descendentes europeus –  embora, tenha diminuido drasticamente entre 1950 e 2000, devido a extinção de moinhos coloniais de centeio, a falta de investimento em pesquisas, a incidência de doenças e o subsídio fornecido ao trigo. Contudo, outros fatores podem ter influenciado, como o desenvolvimento de cultivares de trigo mais adaptadas que oferecem ao produtor uma maior rentabilidade econômica, disponibilidade de sementes de trigo, aveia e cevada maior que a de centeio e, finalmente, o fator cultural que se perde com o passar dos anos.

Apesar de termos a segunda maior área de cultivo na América do Sul, representamos apenas 9% da área, com um cultivo de 7.500 hectares no ano de 2001, com 1.330 kg/ha, estando atrás da Argentina, com um cultivo de 75 mil hectares, tendo 89% da área e com um rendimento médio de 1.440 kg/ha de grãos.

O grão de centeio reúne características muito semelhantes às do trigo, por isto sua farinha é utilizada na panificação. Para ver pães elaborados pelo Chef Moisés Costa clique em http://www.ogastronomo.com.br/pagina_fotos.php?id=6

A farinha de centeio é o segundo cereal de maior importância para a indústria da panificação, também utilizada na fabricação de biscoitos Contém menor teor de glúten se comparado com farinha de trigo integral. Ela é frequentemente misturada com farinha de trigo para produzir pães de centeio claros com uma melhor textura, o sabor especial da farinha de centeio faz com que ela seja uma adição comum em artigos tais como “snacks”  e torradas.

100% Natural, o centeio trata-se de um cereal de alto valor dietético, sendo a farinha de centeio, um alimento rico em fibras, albumina, vitaminas, sais minerais, aminoácidos essenciais, carboidratos, proteínas e gorduras, porém, pobre em calorias, e diferencia dos demais, por conter maior concentração de pentosanas (hemiceluloses ou glicoprotídeos), que confere alta viscosidade, têm como elemento mineral o potássio, que estimula e vitaliza o fígado. A farinha é indicada para diabéticos e para pessoas que se preocupam em manter a boa forma física, pois o centeio possui elementos que retardam a digestão e diminuem a conversão alimentar. O centeio favorece a dentição das crianças, por contém flúor, e é essencial para mulheres grávidas, por possuir ácido fólico, o qual ajuda na formação de glóbulos vermelhos e ácidos nucléicos (RNA E DNA) no sangue, metabolisando assim as  proteínas. Também aumenta a lactação, protege contra parasitas intestinais, dá a pele uma aparência mais saudável e funciona como um analgésico contra a dor.

Existem no mercado três tipos de farinhas de centeio:

  • Farinha de centeio Fina: Indicada para pães de centeio e revenda para consumo doméstico.
  • Centeio laminado: Indicada para produção de pães de centeio mais rústicos e para ornamentação.
  • de centeio Grossa: Indicada para produção de pães de centeio.

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Gastronomia e Imigração (XIX)

pizza elaborada pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

A presença das culturas alemã, árabe, espanhola, italiana, japonesa  é muito marcante em nosso país, principalmente no Estado de São Paulo, quando – somente entre os anos de 1885 a 1899 – mais de 300 mil imigrantes aqui desembarcaram.

A chegada dos imigrantes  no Brasil a partir da década de 1870 está inserida em um emaranhado histórico que envolve o fim do tráfico de escravos no Brasil (1850), a unificação alemã e italiana

salsicha empanada elaborada pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

(1870), o fim da escravidão no Brasil (1880) e a proclamação da República (1889), ou seja, a presença de povos imigrantes no Brasil confunde-se com a própria história de nossa nação. Com o fim do tráfico de escravos, e posteriormente o fim da escravidão, o governo brasileiro começou a incentivar a entrada de estrangeiros para substituir a mão-de-obra escrava nas lavouras de café e em outras agriculturas.

yakissoba elaborado pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

A princípio, esta mão-de-obra foi direcionada para colônias do sul do país, e depois, para o sudeste, principalmente para os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

Os imigrantes vieram ao Brasil para construir uma vida digna, algo que não conseguiram realizar em suas nações que estavam passando por guerras civis conflitos armados que desestruturaram as suas sociedades, e isto é comprovado pelo grande número de famílias estrangeiras que aqui se instalaram.

churros elaborado pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

O governo brasileiro, já de caráter republicano (1889), incentivou a imigração também para promover a chamada “política do branqueamento”, que consistia em aumentar a número da população branca, suprimindo gradativamente a presença escrava e negra no país.

esfiha elaborada pelos alunos do 9º ano - Trabalho Imigração (XIX)

Os imigrantes vão fazer do solo brasileiro o seu lar, contribuindo com a sua força de trabalho e com sua riquíssima cultura: a luta pelos direitos trabalhistas nas primeiras indústrias; o surgimento de vários bairros e redutos ; a entronização de vocábulos estrangeiros em nossa língua portuguesa. Todavia, uma das maiores contribuições da cultura imigrante foi na culinária: a pizza, o churros, a salsicha, o yakissoba, a esfiha.

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O senso de elegância- por Enzo Augusto Pinto (8º ano Amarelo)

by: Gabriela Fernandes Calixto - 8º ano Dourado

Depois de exaustivas pesquisas em textos antigos e modernos, em pinturas e revistas, qualquer um pode afirmar que, apesar de quase não percebemos, tudo muda. Inclusive o senso de beleza e elegância.
Vamos voltar alguns séculos atrás, lá na Idade Média, quando as diferenças sociais eram mais óbvias no prato e na balança!
Apenas olhando, dava para saber se alguém era financeiramente privilegiado. E como? A resposta é simples: a pessoa seria obesa! Os outros, de classe mais baixa, eram magros. Não esbeltos! Eram criaturas esqueléticas, e na maioria, subnutridos.
Isso não é grande surpresa, afinal, muitas pessoas pobres são magras. A bomba é outra! O excesso de peso era sinal de riqueza, beleza e elegância.
Pode até parecer estranho, mas, na verdade, faz sentido. Se o sujeito fosse rico, poderia comer fartamente, o que significa que iria engordar. E se o sujeito fosse pobre, bem, não tinha o que comer, portanto, sua magreza era sinal de miséria.

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A Alimentação no Antigo Regime

by: Natiéle Oliveira Machado- 8º ano Dourado

A alimentação está diretamente relacionada com a condição sócio-econômica das classes sociais. Portanto, fica fácil identificar a condição social de um indivíduo ao analisar o seu prato.
Durante a Idade Moderna (XV ao XVIII), imperou o chamado “Antigo Regime”, regime em que os reis tinham um poder absoluto, sendo apoiados pelo clero e nobreza, todos estes sustentados pelo povo, que trabalhava muito para pagar seus impostos. O Antigo Regime acabou afetando a dieta alimentar de todas as classes sociais.
A alimentação dos reis, clero e nobreza era regada de muita carne, principalmente de aves nobres, como o peru e o faisão. Esta carne era marinada (temperada com ervas finas e vinho) e assada durante horas.  Além da carne, consumia-se muito pão, de boa qualidade, feito com o melhor trigo, claro e bem macio. Doces eram sempre servidos, principalmente tortas e pudins. Frutas da estação completavam a ceia, regada de vinho de boa qualidade.

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Origem dos vegans

Vegans ou veganos é o modo como são denominados os adeptos do Veganismo, uma filosofia de vida que defende os direitos dos animais e combatem a exploração e/ou abuso dos mesmos.
Longe de ser uma filosofia totalmente teórica, o Veganismo é colocado em prática pelos seus defensores. Os veganos se abstêm de alimentos de origem animal como carnes, peixes e ovos; não consomem alimentos produzidos por animais, como leite, gelatina (origem animal) e mel; não usam vestimentas feitas de peles, couro, lã, seda, camurça, ou outros materiais de origem animal, como pérolas, plumas, penas, ossos e marfim; não fazem uso medicamentos, cosméticos, produtos de limpeza e higiene pessoal testados em animais; não tomam vacina e soros; condenam o entretenimento com o uso de animais.
O Veganismo surgiu na Inglaterra em 1944 numa reunião organizada por Donald Watson e seis ex-membros da “Sociedade Vegetariana”. Após a reunião, resolveram criar a “Sociedade Vegana”. O termo vegan deriva da palavra “vegetarian”. Ainda no século XX, o veganismo conquistou adeptos no mundo todo.

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Origem da colomba pascal

Colomba Pascal Trufada, by: Chef Moisés Costa

Você sabia que a Colomba Pascal simboliza a paz para os italianos? O reino de Lombardia, que ficava ao norte da Itália, estava em guerra com o vilarejo de Pavia. Um padeiro paviano, resolveu fazer um pão doce com forma de pomba, com uma massa com muita manteiga e ovos, mais macia que o panetone, recheada com cascas de laranja cristalizadas, com cobertura de glacê, amêndoas ou ainda chocolate aromatizado, apresentando decorações requintadas. O rei da Lombardia recebeu o presente, degustou e adorou. Resolveu, então, não invadir mais o vilarejo. Hoje, a Colomba Pascal é preparada principalmente na Páscoa, ou seja, tornou-se um símbolo também do Cristianismo.
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Origem da semolina

Grande parte das civilizações milenares baseou a sua alimentação nos cereais, sendo o principal deles o trigo.
Da moagem do trigo é possível obter a farinha de trigo, que é rica em proteína e é base da preparação de pães, sejam eles fermentados ou não. A partir da farinha de trigo, é extraída a farinha integral (com alto teor de fibras devido à moagem de grãos inteiros do trigo); a farinha branca (a mais utilizada pelos consumidores comuns, devido a sua isenção de impurezas e aspecto bem branco e de grãos bem fininhos, embora possuidora de poucos nutrientes, perdidos durante o refinamento); e a sêmola e semolina (resultantes da moagem dos grãos limpos e desgerminados do trigo, sendo que a sêmola possui uma granulometria mais grossa [grão volumoso] em relação à semolina).

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História da esfiha

Conhecida como um prato típico árabe, a esfiha foi desenvolvida na Síria e difundida pelo Líbano; depois, para outros países de língua árabe e também no Ocidente. Sua massa tradicional é a mesma que a do pão, contudo, em decorrência da difusão do prato, a massa passou a ser preparada com outros ingredientes específicos de outras regiões. Em relação ao seu formato, a esfiha pode ser aberta ou fechada. O recheio pode ser de carne bovina, carne de carneiro, queijo, coalhada ou verduras temperadas. Depois de recheada, é assada ao forno.
A esfiha chegou ao Brasil com os imigrantes árabes (sírio-libaneses) entre os séculos XIX e XX.
Conheça uma deliciosa receita de esfiha do Chef Moisés Costa. Clique aqui!

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Origem do calzone

Você sabia que o calzone também é conhecido como pizza fechada? Isto se deu ao fato de que o calzone é feito da mesma massa que a pizza, no entanto, é recheado com queijo, molho de tomate, verdura, legumes e carnes, fechado ao meio, com aspecto de meia-lua, selado com gema de ovos, e assado.
Muitos chegam a confundir o calzone com a fogazza, devido ao seu formato também de meia-lua, contudo, seus ingredientes de preparação são distintos.
O calzone é originário da região italiana da Apúlia, na zona do Salento. Veja uma saborosa receita de calzone feito pelo Chef Moisés Costa, clique aqui!

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História da massa folhada

A massa folhada tem sua provável origem no Egito Antigo, já que sua formulação não contém fermento. É muito leve, feita em camadas graças à adição de gorduras, como a manteiga ou gordura vegetal. Para se obter o efeito de camadas, a massa é esticada, acrescentando-se a gordura e dobrada várias vezes, Pode-ser usada em preparações doces e salgadas.
Foi difundida na Europa no século XVII pelo francês Claude Gellée, quando trabalhava em Roma como cozinheiro.
Veja uma saborosa receita de massa folhada!

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Origem do zabaione

É considerada uma das receitas italianas mais tradicionais, dos tempos em que a Península Itálica era dividida em vários reinos, ou seja, há mais de 200 anos antes da unificação do país (1870).
De textura bem leve, o zabaione é uma deliciosa sobremesa feita de gemas, açúcar e vinho Marsala, Madeira ou Porto.
O doce fez muito sucesso na França quando os cozinheiros da comitiva real que acompanhou Catarina de Médicis o prepararam. Como Catarina de Médicis casou-se com Henrique de Orléans e passou a viver na França, os franceses passaram a saborear muitas outras especialidades italianas.
Está com vontade de saborear um doce da realeza italiana? Clique aqui!

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História do pau-a-pique

by: alunos do 7º ano Amarelo

O doce pau-a-pique, que é feito à base de fubá, teve inspiração em uma técnica construtiva antiga de mesmo nome, que consiste no entrelaçamento de madeiras verticais fixadas no solo, com vigas horizontais, geralmente de bambu amarradas entre si porcipós, dando origem a um grande painel perfurado que, após ter os vãos preenchidos com barro, transformava-se em parede. Podia receber acabamento alisado ou não, permanecendo rústica, ou ainda receber pintura de caiação.
Os alunos do 7º ano Amarelo elaboraram este delicioso prato que foi apreciado por todos, acompanhado de um gostoso café! Para conhecer a origem do café, clique aqui!

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Origem do inhoque

Você sabia que o inhoque já foi considerado um prato ligado à população mais pobre da Itália?
As cozinheiras italianas mais pobres elaboravam este prato em decorrência da sua simplicidade e pelo baixo custo, já que a base da receita era de batata, ovos e farinha de trigo, e com o tradicional molho de tomate. Com o passar do tempo, a receita foi se sofisticando, elevando o inhoque à alta categoria gastronômica, com o acréscimo de variados molhos vermelhos e brancos.
Através da Imigração Italiana (XIX), o inhoque chegou ao Brasil, onde foi adaptado aos ingredientes nacionais, tanto que hoje, não somente a batata é utilizada como base do prato, mas também outros tubérculos, como a abóbora, inhame, mandioca e a mandioquinha. Graças à criatividade dos profissionais da gastronomia nacional, o inhoque pode ser acompanhado por molhos diversos e até mesmo sendo recheado, a exemplo do “Nhoque recheado ao molho Rossini” preparado  pelo Chef Moisés Costa. Para se deliciar com a receita,  clique aqui!

 Visite o site “O gastrônomo” e confira os eventos: “festival de pizzas”, “massas”, “risotos”, “oriental” e “mexicano”.
“O gastrônomo” também oferece cursos de “pizzas”, “massas” e “risotos”. Além disso, “O gastrônomo” personalité; com o petit comité, que consiste em eventos para pequenos grupos, como “almoços” e “jantares” sociais ou de negócios, confira tudo isso com o Chef Moisés Costa.  Apoio: foodbrasil.net

História da massa puba

Você sabia que a massa puba é uma herança do período colonial do Brasil? Os índios tupinambás, que viviam no litoral do Brasil, consumiam a mandioca, um tubérculo de fácil plantio. Após a descoberta do Brasil pelos portugueses, e a efetiva colonização do novo território, os colonos passaram a produzir, consumir e até mesmo exportar a farinha de mandioca, sendo considerada por muitos, naquele período, superior à farinha de trigo.
Hoje, a massa puba é considerada uma receita típica do norte e nordeste do Brasil. Para se obter a puba, é necessário deixar a mandioca de molho em um recipiente com água durante uma semana. Depois, rala-se esta massa para a posterior preparação de bolos e biscoitos. Para ver uma deliciosa receita de massa puba desenvolvida pelo Chef Moisés Costa, clique aqui!
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Origem do café

O café hoje é considerado uma das bebidas mais consumidas entre os brasileiros, mas se engana quem pensa que este produto é de origem nacional.
Na verdade, o café é de origem africana, mais precisamente das terras altas da Etiópia. Foram os árabes, que após a expansão do Império Muçulmano difundiram a bebida e passaram a comercializar o produto no Oriente e Ocidente.

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História do açúcar

O açúcar é de origem indiana, e os primeiros relatos sobre esta iguaria, que é extraída da cana-de-açúcar, remontam à História Antiga. Sempre com um valor muito elevado, o produto chegou até a África através dos mercadores árabes durante o avanço do Império Muçulmano.
Conquistou os europeus durante a Idade Média, embora ainda tratado como iguaria devido ao alto valor do produto.

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Origem da piadina

A piadina ou piada é um pão típico italiano, elaborado a partir de uma massa com ingredientes muito básicos, mais simples que a elaboração de uma massa de pizza, o disco é uma massa plana e fina, até lembra uma massa de pizza, só que bem mais fininha. A piadina típico da Romagna (Forli-Cesena, Ravenna e Rimini) é há muito tempo a base da comida romagnola, provavelmente já comida pelos antigos Romanos, que teriam aprendido a preparar no Oriente Médio (Gregos Bizantinos e os Palestinos têm pratos similares).

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História do pudim de chocolate

by: alunos do 7º ano Amarelo

Este pudim de chocolate foi feito pelos alunos do 7º ano Amarelo da E.E. “Dr. Luiz Pinto de Almeida”.

Os pudins antigos são apresentados em forma de massa sólida, constituída pela mistura de vários ingredientes unidos por uma liga que pode incluir farinha de trigo (como no Pudim de Yorkshire), sangue (pudim preto), ovos (pudim de pão) ou uma mistura de gordura e farinha ou algum outro cereal (pudim de ameixa). Estes tipos de pudim podem ser assados, cozidos ou fervidos. São típicos de países europeus, desde a Idade Média.

E o chocolate? Hoje é utilizado em diversas preparações, não somente doces, mas também salgadas. E, apesar da fama que os suíços levam, não foram eles que criaram o chocolate e nem os primeiros a cultivar o cacau. SAIBA MAIS!

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Origem do curau de milho

by: alunos do 7º ano Amarelo

Assim como o povo brasileiro, que teve a sua formação a partir de várias matrizes culturais, a nossa culinária tem passado pelo mesmo processo. Os alunos do 7º ano Amarelo da E.E.”Dr. Luiz Pinto de Almeida” preparam este delicioso curau de milho.
O curau de milho é originado do pudim europeu e de uma bebida espessa utilizada pelos índios tupis, já que o termo vem do tupi minga’u,  uma bebida espessa utilizada também em rituais.

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História do cuscuz de tomate

by: alunos do 7º ano Amarelo

Este pode ser considerado um prato que cruzou os mares. Originário de Maghreb, região norte do Continente Africano, o cuscuz tornou-se um prato típico em algumas regiões do Brasil, adquirindo certas especificidades, como no costume do sudeste do Brasil sendo incrementado com vários ingredientes, ou apenas ir acompanhado de leite, ovo, manteiga ou carne-seca, como é a preferência no nordeste do Brasil.
Originalmente, consiste num preparado de sêmola de cereais, principalmente o trigo, mas também pode ser à base de farinha ou polvilho de milho ou mandioca. Salgada e levemente umedecida, a massa é posta a marinar para incorporar o tempero. A partir daí, tem a sua cocção pela infusão no vapor.
Veja que saboroso o cuscuz de tomate elaborado pelos alunos do 7º ano Amarelo da E.E.”Dr. Luiz Pinto de Almeida”!

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História do bolo melado

by: alunos do 7º ano Amarelo

Símbolo de fartura e prosperidade, o bolo é de origem europeia. Componente principal das festas, como as de aniversário e casamento, por vezes é ornamentado artisticamente e ocupa o lugar central da mesa.
Também são feitos para serem comidos em lanche ou no café-da-manhã. É à base de farinha, geralmente doce e cozido no forno.

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Origem do pão de queijo com batata

by: alunos do 7º ano Amarelo

Produzido pelos alunos do 7º ano Amarelo da E.E. “Dr. Luiz Pinto de Almeida”, típico de regiões do Brasil como Goiás e Minas Gerais, o pão de queijo é certamente uma das receitas mais populares da culinária brasileira desde a década de 1950.
A sua origem é incerta, no entanto, especula-se que a receita exista desde o século XVIII.

E a batata? Pois é, esta foi introduzida na preparação do pão de queijo e o resultado foi maravilhoso, como é possível ter uma ideia observando os pães de queijo preparados pelos alunos da professora Sheila Vasconcellos,  imagem acima. Viva às batatas! SAIBA MAIS.

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História do bolinho de chuva

by: alunos do 7º ano Amarelo

Bolinho de chuva tem gosto de infância. Quem nunca se deliciou com esta gostosura? Há quem guarde num baú velho as antigas receitas, passadas de geração a geração. Pode ter uma certeza: a receita do bolinho de chuva da vovó está lá.
Trata-se de uma especialidade típica vinda de Portugal para o Brasil. É feita de farinha de Trigo, Ovo, Leite e Fermento químico ou Bicarbonato de sódio (e algumas vezes frutas picadas). Os bolinhos são fritos em óleo quente e polvilhados com Canela e Açúcar. Estes foram produzidos pelos alunos do7º ano Amarelo da E.E.”Dr. Luiz Pinto de Almeida”.

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Origem do tomate

O tomate, um fruto pertencente à América, cultivado pelos Astecas, Maias e Incas, entre outros povos, e só foi para a Europa após a descoberta do novo mundo, os espanhois o levaram como uma novidade, porém houve algumas desconfianças iniciais, “pois o tomate poderia ser venenoso”.

No século XVII o fruto de nome tomate já era conhecido em toda Europa, sendo cultivado, a princípio como planta ornamental. Com a efetiva colonização do Novo Mundo, os europeus desenvolveram o cultivo do tomate reconhecido como alimento estimulante e rico em potássio. Por volta do inicio do século XVIII atingiu o sul da Itália, datando o inicio da fabricação da pizza com o molho de tomate.

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História do queijo

Existem várias teorias sobre a origem do queijo. Uma delas vem da Arábia e conta que há mais de 2000 a.C, uma caravana de mercadores atravessou o deserto levando leite, em vez de água, para matar a sede. Então os mercadores armazenaram o leite em bolsas feitas de estômago de ovelha, esse leite coagulou sob o calor forte do deserto, adquirindo nova propriedade e sabor, os mercadores tiveram de consumi-lo em fatias.

Atualmente, o queijo faz parte da cultura de muitos povos e sua fabricação difundiu-se pelo mundo inteiro. No Brasil, a fabricação do queijo, de forma rudimentar, data de 1550. Os precursores foram imigrantes dinamarqueses (que introduziram queijos tipo prato, gorgonzola, roquefort) e italianos (responsáveis pelo provolone e mussarela).

Enquete:

O queijo teve a sua origem na Arábia Saudita graças à ação dos beduínos, por volta de 2000 a.C. Já sob o regime do Islamismo, durante a Expansão (VIII), outros alimentos foram difundidos pelos beduínos, como o café. Não somente a alimentação sofreu a influência dos muçulmanos, mas também a linguagem, a religião e medicina. Responda:

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História do pão

A história do pão confunde-se com a própria história da Humanidade.
Assim como as primeiras civilizações surgiram no chamado Crescente Fértil, o pão teve o seu surgimento e desenvolvimento nessa região conhecida como o “berço da humanidade”.
Foram os persas que desenvolveram os primeiros pães há 12 mil anos atrás. Eram feitos de farinha, água e sal. Por não haver ainda o processo de fermentação, os pães eram bem secos e duros.
Após a técnica de fermentação ter sido criada pelos egípcios, o pão tornou-se mais macio e saboroso!

Este pão português foi feito pelos alunos do “Fundo Social de Solidariedade de Barueri” com a instrução do prof. Moisés Costa.

Enquete:
Durante a Idade Média, a qualidade do pão estava ligada à condição social dos sujeitos: clero e nobreza comiam pães de massa mais clara e macia; já os servos comiam pães de massa mais escura e dura. Para melhorar o consumo dos pães duros, os servos faziam sopas de verduras e legumes para molhá-los e assim consumi-los. As sopas não eram consumidas pelas classes sociais mais abastadas, que preferiam o consumo de carnes; os servos eram proibidos de caçar animais para consumo. Baseado nestas informações, responda: [polldaddy poll=4392880]

Assista ao vídeo de apresentação do projeto social, para ver, clique em

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Origem do fermento

Em 2500 a.C. os egípcios já utilizavam métodos para fazer o pão crescer. As massas velhas, azedas, eram adicionadas as novas tornando o pão mais saboroso e leve. Este método ficou conhecido como método da massa azeda. Durante muitos séculos não sabiam explicar as causas da fermentação.
O organismo vivo que fazia a massa crescer era a levedura, e por ser muito pequena expressa em milionésimos de milímetros, não era visível a olho nu. Em 1674, Van Leewennhoek desenvolveu seu próprio microscópio e observou que glóbulos minúsculos fermentavam em uma solução de açúcar.
Em 1850, o grande pesquisador Louis Pasteur descobriu que os minúsculos glóbulos eram plantas unicelulares (células do fermento), ele observou que estas células utilizavam substâncias para o meio (CO2).
Então o fermento para panificação consiste em fungos unicelulares que pertencem ao grupo saccharomices cerevisae. Responda nossa enquete:
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Origem do chocolate

Os Maias, que viviam na América Central, plantavam o cacau desde o século 5, e partir dele, desenvolveram uma bebida amarga chamada xoco’alt. Quando os Astecas dominaram os Maias, incorporaram o cultivo do cacau e a preparação do xoco’alt. No século 16, os espanhois ao dominarem os astecas, passaram a apreciar a bebida, sistematizaram o cultivo do cacau e passaram a exportar o produto para a Europa, que virou febre entre as classes mais ricas. O chocolate ao leite, como conhecemos hoje, foi desenvolvido por um médico escocês chamado Hans Sloane durante suas pesquisas científicas na América Central, por acreditar nas propriedades fitoterápicas do alimento. A Suíça levou a fama pela qualidade, mas o chocolate é da América.

Enquete:
As Grandes Navegações (XVI) possibilitaram aos europeus o conhecimento e o acesso a alimentos desconhecidos e/ou inacessíveis. Após a colonização do Continente Americano, a culinária europeia foi enriquecida com o milho, tomate, batata e cacau.
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Origem da pizza

pizza jogo da velha, por CHEF MOISÉS COSTA

Desde o inicio das civilizações, acredita-se que o homem já saboreava e considerava a pizza como um alimento.
Como todo prato antigo, é difícil especificar sua origem, ainda mais se pensarmos que ela não é nada mais que uma evolução do pão. A primeira notícia que se tem da pizza tem mais de 6.000 anos.

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