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Origem da Mandioca

Segundo o autor Gilberto Freyre em sua obra “Casa-Grande e Senzala”, as raízes da mandioca eram largamente utilizadas pelas cunhãs (índias) na preparação de massas e farinha, o que ele caracterizava como “complexo da mandioca”.
Devido à ausência de trigo na terra recém-colonizada, os colonizadores portugueses substituíram o cereal, que era marca de sua dieta, pelas preparações à base de mandioca.
O tubérculo era extraído do solo, lavado, descascado, ralado e espremido no tipiti, um tipo de coador feito de palma.
A partir da mandioca é possível obter as seguintes preparações gastronômicas: farinha fina, minguau, beiju (tapioca), bolos, tarubá (bebida), entre outros.

Fonte: FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala. Ed. Global. 49ª ed. São Paulo: 2004.

Para ver a receita de uma queijadinha à base de mandioca, clique em:

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História do pau-a-pique

by: alunos do 7º ano Amarelo

O doce pau-a-pique, que é feito à base de fubá, teve inspiração em uma técnica construtiva antiga de mesmo nome, que consiste no entrelaçamento de madeiras verticais fixadas no solo, com vigas horizontais, geralmente de bambu amarradas entre si porcipós, dando origem a um grande painel perfurado que, após ter os vãos preenchidos com barro, transformava-se em parede. Podia receber acabamento alisado ou não, permanecendo rústica, ou ainda receber pintura de caiação.
Os alunos do 7º ano Amarelo elaboraram este delicioso prato que foi apreciado por todos, acompanhado de um gostoso café! Para conhecer a origem do café, clique aqui!

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Origem do curau de milho

by: alunos do 7º ano Amarelo

Assim como o povo brasileiro, que teve a sua formação a partir de várias matrizes culturais, a nossa culinária tem passado pelo mesmo processo. Os alunos do 7º ano Amarelo da E.E.”Dr. Luiz Pinto de Almeida” preparam este delicioso curau de milho.
O curau de milho é originado do pudim europeu e de uma bebida espessa utilizada pelos índios tupis, já que o termo vem do tupi minga’u,  uma bebida espessa utilizada também em rituais.

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